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Cultivando uma Cultura Missionária numa Igreja Pequena

 

Tom Ascol


Tom Ascol é o pastor da Grace Baptist Chruch em Cape Coral, na Flórida e Diretor Executivo do Ministérios Founders, nos EUA.

Pastor, você já pensou consigo mesmo: “Minha igreja é tão pequena, não podemos fazer muita coisa por missões, principalmente por missões no estrangeiro”?

Caso sua resposta seja positiva, tenho uma novidade para você. As igrejas pequenas não estão isentas do trabalho missionário, nem deveriam desejar estar.
Manoel Luiz

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Tempo de Plantar

Na igreja primitiva, a evangelização e a implantação de igrejas andavam lado a lado. De fato, não havia outra alternativa, porque, onde o evangelho penetrava e as pessoas se convertiam, se elas tinham de reunir-se como igreja, um corpo era estabelecido. Os novos crentes de Éfeso não podiam ser integrados às várias igrejas da cidade. Tinham de tornar-se parte de uma nova igreja.
Manoel Luiz

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EVANGELISMO EM AÇÃO.








Uma Lição de Spurgeon Acerca do Evangelismo


Tom Ascol

Charles Spurgeon tem sido adequadamente descrito como um daqueles pregadores que aparece .uma vez a cada 100 anos., em quem todos os poderosos dons que são úteis ao ministério estão depositados. Sua vida eobra permanecem hoje, mais de 100 anos após sua morte, encorajando e desafiando ministros do evangelho que estão diante do terceiro milênio.

Qualquer estudo do minist ério de Spurgeon revela imediatamente um homem obsediado pelo evangelismo. Desde o momento de sua conversão até o dia de sua morte, Spurgeon manteve uma intensa preocupação pelas almas. Era fanático quanto ao assunto . em todas as formas corretas. Como pastor, levou muito a sério o conselho apostólico para fazer o serviço de um evangelista. E diligentemente procurou despertar uma preocupação evangelística nos membros de sua igreja e em seus colegas pregadores.

Este fato confunde alguns estudiosos da vida de Spurgeon, pois, junto com esse fervor evangel ístico (e, poderíamos dizer, a despeito das afirmações contemporâneas em contrário), ele jamais se afastou do profundo compromisso com as doutrinas da Graça. Entendeu com clareza, creu pessoalmente e proclamou com poder o que, em linguagem popular, é chamado de .calvinismo.. Ele o fez não por qualquer tipo de devoção a um homem ou a um sistema filosófico, mas por estar convencido de que todas as verdades que historicamente sempre estiveram debaixo dessa bandeira não eram outra coisa senão o cristianismo bíblico. Foi esta compreensão que o capacitou a pregar a Cristo de forma tão simples e persuasiva.

Alguns que discordam da teologia de Spurgeon, mas apreciam seu evangelismo, têm dificuldade em conciliar as crenças e a prática dele. Tais pessoas normalmente evocam mais ou menos o seguinte: .Sim, Spurgeon era um calvinista; todavia, apesar disso, era evangelístico.. Tal análise, entretanto, não é correta. Seria melhor dizer: .É claro que Spurgeon era um calvinista e, portanto, era evangelístico.. Sua devoção brotou de sua doutrina, e sua crença orientou a sua prática.

É neste ponto, talvez mais do que em qualquer outro, que o .Príncipe dos Pregadores. tem muito a ensinar aos pastores de hoje. Nos últimos 25 anos, muitos desses têm se voltado à teologia de Spurgeon. Essa renovação teológica está crescendo. Mas o que não temos visto é um crescimento proporcional ao tipo de evangelismo praticado por Spurgeon. Isso deveria alarmar a todos que desejam ver uma renovação genu ína e bíblica varrendo nossas igrejas.

Manoel Luiz

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