A Água da Vida
Edgar Andrews
O compromisso com Cristo e sua igreja está em baixa. O que podemos fazer? Ao considerar o papel do Espírito Santo na evangelização, surgem três perguntas: 1) Precisamos do Espírito Santo na evangelização?) Devemos mencioná-Lo em nosso evangelismo? 3) Quais as atividades dEle na evangelização? A principal resposta à primeira destas perguntas encontra-se no começo da era evangélica. João Batista declarou: “Aquele, porém, que me enviou a batizar com água me disse: Aquele sobre quem vires descer e pousar o Espírito, esse é o que batiza com o Espírito Santo” (Jo 1.33; ver também Lc 3.16). Há duas verdades distintas aqui. Primeira, o próprio Cristo foi capacitado pelo Espírito Santo em sua proclamação do evangelho. Como Jesus descreveu o seu ministério público? Citando Isaías 61.1-2: “O Espírito do SENHOR Deus está sobre mim, porque o SENHOR me ungiu para pregar boas-novas aos quebrantados...”
A segunda verdade é que João Batista define o ministério de Cristo como a outorga do Espírito Santo sobre o seu povo. As palavras do apóstolo João não são apenas uma predição referente ao Dia de Pentecostes, são também uma afirmação poderosa sobre a missão de Cristo — “Cristo nos resgatou da maldição da lei... para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios, em Jesus Cristo, a fim de que recebêssemos, pela fé, o Espírito prometido” (Gl 3.13- 14, ênfase acrescentada). Não podemos evangelizar sem o pleno envolvimento do Espírito Santo em cada etapa.
Edgar Andrews
Muitas igrejas reformadas sofrem uma grave sequidão espiritual. No cenário atual, comparado com o de cinqüenta anos atrás, há poucas conversões a Cristo, pouca evidência de piedade pessoal e falta de entusiasmo por missões e evangelismo.
O compromisso com Cristo e sua igreja está em baixa. O que podemos fazer? Ao considerar o papel do Espírito Santo na evangelização, surgem três perguntas: 1) Precisamos do Espírito Santo na evangelização?) Devemos mencioná-Lo em nosso evangelismo? 3) Quais as atividades dEle na evangelização? A principal resposta à primeira destas perguntas encontra-se no começo da era evangélica. João Batista declarou: “Aquele, porém, que me enviou a batizar com água me disse: Aquele sobre quem vires descer e pousar o Espírito, esse é o que batiza com o Espírito Santo” (Jo 1.33; ver também Lc 3.16). Há duas verdades distintas aqui. Primeira, o próprio Cristo foi capacitado pelo Espírito Santo em sua proclamação do evangelho. Como Jesus descreveu o seu ministério público? Citando Isaías 61.1-2: “O Espírito do SENHOR Deus está sobre mim, porque o SENHOR me ungiu para pregar boas-novas aos quebrantados...”
CUMPRINDO A PROMESSA
Por sua vez, os discípulos foram proibidos de pregar, até que recebessem a unção do Espírito (At 1.4-5). Paulo recordou aos crentes de Tessalônica: “O nosso evangelho não chegou até vós tão-somente em palavra, mas, sobretudo, em poder, no Espírito Santo e em plena convicção” (1 Ts 1.5). Pedro resumiu o assunto quando se referiu àqueles “que, pelo Espírito Santo enviado do céu, vos pregaram o evangelho” (1 Pe 1.12). No Novo Testamento, esta é a única maneira pela qual o evangelho pode ser verdadeiramente pregado.
A segunda verdade é que João Batista define o ministério de Cristo como a outorga do Espírito Santo sobre o seu povo. As palavras do apóstolo João não são apenas uma predição referente ao Dia de Pentecostes, são também uma afirmação poderosa sobre a missão de Cristo — “Cristo nos resgatou da maldição da lei... para que a bênção de Abraão chegasse aos gentios, em Jesus Cristo, a fim de que recebêssemos, pela fé, o Espírito prometido” (Gl 3.13- 14, ênfase acrescentada). Não podemos evangelizar sem o pleno envolvimento do Espírito Santo em cada etapa.
FALANDO SOBRE O ESPÍRITO SANTO
Nossa segunda pergunta é muito interessante. Devemos mencionar o Espírito Santo em nosso evangelismo?



